O Portugal actual... Governado por incompetentes, demagogos, invertidos e mesmo criminosos. Todos subproduto Abrilino. Todos "democratas" da treta cada vez mais ricos num País cada vez mais miserável, imerso na imoralidade e no crime.

17
Jun 09

Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente facea um público acrítico, burro e embrutecido.

 
 
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, atroco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados agente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
 
 
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial.
 
Agora contínua a ser O VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilhaos despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro eembrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
 
 
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio derecreio dos mafiosos.
 
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
 
 
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moralmuito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português sepreocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, dosecretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, achamtudo"normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não sefala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, empermanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
 
 
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que,nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada édefinitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
 
 
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia,foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são oscriminosos ou quantos crimes houve.
 
 
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaçosde enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir deapurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final dahistória é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde ascoisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda emditadura.
 
 
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar esteestado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real aomaior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, eesperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
 
 
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente aocaso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, deFátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
 
 
Vale e Azevedo pagou por todos?
 
 
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
 
 
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
 
 
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
 
 
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmopadre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
 
 
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cujacabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
 
 
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios eenrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
 
 
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível,alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou acondenar alguém?
 
 
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico dacriança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
 
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
 
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
 
 
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas?
Quem as destruiu e porquê?
 
 
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
 
 
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha paraa sua filha. E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de terassassinado doentes por negligência? Exerce medicina? E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes decolarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, ésurda, muda, coxa e marreca.
 
 
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados aoesquecimento.
 
 
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências ereputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa


Clara Ferreira Alves- "Expresso"


BLOG
Image and video hosting by TinyPic
CÓDIGO PARA PARCERIAS
PARCEIROS
Image and video hosting by TinyPic
Image and video hosting by TinyPic
Image and video hosting by TinyPic
Photobucket
Image and video hosting by TinyPic
INFORMAÇÕES ÚTEIS
VHSDVD
Photobucket
PETIÇÕES
Image and video hosting by TinyPic
Image and video hosting by TinyPic
Não aconselhamos o uso do Google Adsense
Image and video hosting by TinyPic
comentários recentes
Os 46 administradores não ganharam sei vezes mais,...
Nao se compreende como estando Portugal numa situa...
Nem tanto ao mar nem tanto à terra. Nem pau duro n...
Grandes Varzeenses..........qualquer dia há mais. ...
Deves ser filho de algum deputado... (Substituir d...
Eu acho que vocês são é uns invejosos, porque não ...
Um carro em leasing fica por várias vezes acima do...
Devias passar fome cm muitos passam, que logo vias...
So o fazem porque "NÓS" deixamos!!!! Porque vergon...
Outro realmente... Não interessa se o preço a paga...
mais sobre mim
pesquisar
 
VISITAS
Contador de acessos
Download Windows Live Messenger Windows Live Messenger
TRADUTOR
Junho 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
11
12
13

14
16
19
20

23
24
25
26

28
29


blogs SAPO