O Portugal actual... Governado por incompetentes, demagogos, invertidos e mesmo criminosos. Todos subproduto Abrilino. Todos "democratas" da treta cada vez mais ricos num País cada vez mais miserável, imerso na imoralidade e no crime.

03
Jun 09

O desemprego na zona euro voltou a aumentar com a taxa a chegar no mês de Abril aos 9,2 por cento. Os dados avançados hoje pelo Eurostat, gabinete que coordena as estatísticas europeias, dão conta de um aumento de 0,3 por cento comparando com os 8,9 por cento registados em Março.

 

 
Os números divulgados hoje, com a taxa mais alta nos países da moeda única desde Setembro de 1999, estão bem acima dos esperados pelos especialistas que apontavam para o mês de Abril uma taxa na ordem dos 9,1 por cento.
 
Em Portugal a taxa de desemprego calculada pelo gabinete de estatística europeu aumentou para 9,3 por cento, mais duas décimas do que no mês anterior, mantendo a tendência de subida iniciada em Novembro último.

Já a União Europeia no seu conjunto, a taxa de desemprego fixou-se em Abril nos 8,6 por cento contra 8,4 por cento em Março, enquanto em Abril de 2008 as taxas de desemprego eram de 7,3 por cento na zona euro e de 6,8 por cento na EU a 27.

De acordo com o Eurostat, 20,825 milhões de homens e mulheres estavam no desemprego em Abril de 2009 na EU a 27, dos quais 14,579 milhões na zona euro o que dá um aumento face a Março de 556 000 na EU a 27 e de 396 000 na zona euro.

Já considerando a comparação com Abril de 2008 há a registar mais 4,653 milhões de desempregados na EU a 27 e 3,100 milhões na zona euro.

Olhando para os países da União Europeia e para as taxas mais baixas de desemprego o destaque vai para Holanda, com três por cento, e Áustria com 4,2 por cento. Já as mais elevadas estão centradas em Espanha com 18,1 por cento, Letónia, com 17,4 por cento, e Lituânia com 16,8 por cento.
publicado por Admin às 19:12

A falsidade dos discursos dos políticos origina que muitas das vezes a boca lhes fuja para a verdade. Extratos de deslizes que demonstram o quanto os políticos estão convictos daquilo que têm a dizer.

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Os liberais holandeses querem despenalizar a expressão "incitamento à discriminação e ao ódio" do código penal. Esta ideia está a provocar um grande debate na imprensa da Holanda, que se interroga sobre qual deve ser a atitude a adoptar.


Mark Rutte, líder do partido holandês para a Liberdade e a Democracia (WD), pensava sem dúvida estar a fazer uma jogada estratégica ao lançar, em vésperas das eleições europeias, uma iniciativa destinada a colocar obstáculos no caminho do líder do partido de extrema-direita, Geert Wilders. Segundo Rutte, toda a gente deveria passar a ter liberdade para dizer o que quiser. E nem mesmo a negação do Holocausto deveria ser penalizada. Só o incitamento à violência deveria continuar a estar sob a alçada da lei. Infelizmente para ele, desta vez deu um passo em falso, no entender de vários membros do seu partido.

O chefe do VVD parece não se ter apercebido de que, mesmo dentro do seu próprio partido, há limites à liberdade de expressão. E o Holocausto é precisamente um deles. “Não somos liberais a esse ponto”, foi a reacção de Hans van Baalen, cabeça de lista do VVD às eleições europeias.A liberdade de expressão está no centro das atenções, sobretudo depois de o tribunal de Amesterdão ter decidido processar Geert Wilders. O VVD ergue-se agora como defensor desse direito fundamental. É bom que os liberais se distanciem da interpretação de Wilders, que pretende proibir o Corão mas exige para si mesmo o direito de dizer o que lhe apetece, de preferência da maneira mais insolente possível. Em vez disto, os liberais adoptam a linha clássica de Voltaire: cada um pode dizer o que quiser, por maior horror que a sua opinião nos inspire. O que é válido para Wilders, também é válido para os imãs radicais ou para os neonazis.Esta atitude liberal assenta numa grande confiança no debate público. Quando são proibidas, as opiniões extremistas continuam a proliferar clandestinamente. Em contrapartida, quando podem ser expressas livremente, suscitam inevitáveis resistências. Se consideram que as ideias de Wilders são brutais e absurdas, os muçulmanos e outros deveriam denunciá-las publicamente, em vez de pedirem a um juiz que as proíba. Em geral, um debate público deste tipo é mais salutar do que um processo judicial, conforme provou a forma calma e razoável como os muçulmanos reagiram ao filme [anti-islâmico] Fitna [realizado por Geert Wilders]. A opinião dos liberais, de que se deve recorrer o menos possível ao sistema judicial, merece aprovação. Neste contexto, o processo contra Wilders é lamentável, ainda que as suas ideias sejam absolutamente condenáveis. A opinião do eleitor é preferível à opinião do juiz.
 
 Mas daí a eliminar por completo do direito penal o incitamento ao ódio e à discriminação é ir longe de mais (será mesmo? -Parece uma afirmação hipocrita e oportunista*). Os poderes públicos deixariam praticamente de dispor de meios para actuar contra agitadores que defendessem o ódio contra os muçulmanos, os judeus, os homossexuais ou a democracia ocidental, que são suficientemente astutos para deixar a cargo da imaginação do seu público o último passinho para a violência. É perigoso. Como disse o juiz do Supremo norte-americano Wendell Holmes, em 1919, numa expressão que se tornou um clássico quando se fala de liberdade de expressão, não se pode gritar que há fogo, num teatro cheio. Os valores sociais também têm o seu papel: numa sociedade livre, não é proibido decidir que ideias muito extremistas, como a negação do Holocausto, não têm cabimento num debate civilizado.
 
***
 *A Holanda foi dos primeiros e maiores exemplos de vandalismo moral baseado justamente nos conceitos de Liberdade. Desde movimentos de invertidos sexuais (os ridículos "fag" ou "larilas" a reinvindicar o direito de «casarem» (embora nunca sejam de facto um casal, mas sim uma parelha ou um duo,  que partilham a mesma aberração comportamental).      
Seguiu-se de imediato o aparecimento de partidos políticos esquerdistas / progressistas / liberais a exigir a legalização da pedofilia como algo também "normal" e "opcional", casamentos póligâmicos (um homem com 2 ou mais mulheres) e até a tentativa de aceitação legal de relações de «casamento» humano-animal. Esta depravação, pura anormalidade, fruto não de liberdade mas de excesso de libertinagem entregue a insanos, iniciou-se por principios demagogos muito idênticos as actuais ideias do partido socialista (PS) e do bloco de esquerda (BE) na defesa demagógica da criação de pseudocasais do mesmo sexo, talvez por total incompetência para se debruçarem em assuntos sérios, racionais e do interesse das gerações vindouras.


A Policia Judiciária, através da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve uma adolescente pela presumível prática do crime de abuso sexual de criança.


Os abusos, de que era vítima uma menina de 12 anos de idade, terão ocorrido em Lisboa e terão perdurado, de forma reiterada, cerca de um ano.

A detida, de 18 anos de idade, vai ser sujeita a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.
 
Quando uma Sociedade é governada, por bêbados, torna-se difícil esperar que a população geral sejá formada por indivíduos sóbrios e abstémios.
 
***
 
 No caso Português (e não só, mas de "nós" falemos) com um Governo pejado de individuos com perturbações graves que os/as levam a atitudes de pedófilia, de homosexualidade e demais comportamentos anormais, onde esse mesmo Governo e outros partidos da oposição se tornam os apologistas de algumas dessas aberrações comportamentais, simplesmente para obterem votos desses grupos doentios, casos como este e outros mais graves, são apenas grãos de areia no meio de cascalho grosso.

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