O Portugal actual... Governado por incompetentes, demagogos, invertidos e mesmo criminosos. Todos subproduto Abrilino. Todos "democratas" da treta cada vez mais ricos num País cada vez mais miserável, imerso na imoralidade e no crime.

27
Jul 09

Os comportamentos suicidários entre os adolescentes estão a aumentar em Portugal. Todos os anos, mais de dois mil jovens atentam contra a vida, mesmo quando a morte não é o objectivo. «Para eles, a vida vale pouco».

Só às urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) chegam diariamente dois ou três novos casos. Mas há muitos outros, que nunca entram para as estatísticas: são silenciados em casa.

«Trata-se de jovens com comportamentos repetidos que a família já nem valoriza. Por isso, em vez de irem para as urgências, ficam em casa a dormir um ou dois dias», explicou à Agência Lusa Carlos Braz Saraiva, psiquiatra responsável pela Consulta de Prevenção do Suicídio nos HUC.

«Em Portugal existe um fenómeno crescente de para-suicídio adolescente, mas felizmente suicidas consumados há poucos», diz o psiquiatra, explicando que «o para-suicídio pressupõe que a intenção de suicídio é quase zero».

«Uma jovem que, perante um desgosto amoroso, toma comprimidos é um para-suicídio, o que é uma situação diferente de um rapaz que se decide enforcar e escolhe um local ermo para o fazer», explica.

As estimativas nacionais apontam para 200 casos por cada cem mil jovens, «mas se analisarmos apenas as raparigas o número sobe para 600 por cem mil habitantes», alerta o especialista.

«A vida para os adolescentes não é nada fácil. Para eles, a vida vale pouco», lembra, por seu turno, o chefe do Serviço de Psiquiatria Júlio de Matos, António Albuquerque.

A maioria chega aos hospitais com sobredosagens medicamentosas, mas também há muitos casos de auto-mutilações. «Um em cada cinco jovens que entra nas urgências por sobredosagem também são cortadores», avança o especialista de Coimbra, explicando que se trata de um «método para trocar a dor de alma pela dor do corpo».

A questão nuclear do para-suicídio é a rejeição: sentem-se marginalizados, incompreendidos e, no final, não sabem como lidar com o desespero.


26
Jul 09

Alberto João Jardim desafiou hoje, na festa anual do PSD/Madeira, no Chão da Lagoa, o primeiro-ministro, José Sócrates, a provar que está a falar a verdade ao país, «fazendo já o que promete para depois das eleições»

 

«Eu, Alberto João Jardim, desafio o engenheiro Sócrates, que anda a dizer que vai fazer isto e aquilo, que em vez de prometer a dois meses das eleições, pode já fazê-lo. Ele que prove ao país que não está a mentir e faça já, dois meses antes, o que está a anunciar para depois das eleições», disse.

 

 

Jardim falava no tradicional percurso pelas cerca de 60 barracas de comes-e-bebes, representando as 54 freguesias da região e as diferentes estruturas do PSD/M, convivendo «com o povo», entre alguns goles de bebida e petiscos.

Considerou que a ausência da líder nacional do partido, Manuela Ferreira Leite, por motivo de doença, naquela que é considerada a maior concentração popular no arquipélago empobreceu a festa.

«Eu não insisti e entendi que era preciso resguardar e não se podia exigir a uma pessoa que está com febre que viesse», sublinhou.

«A festa fica mais pobre porque ficava mais rica com a presença da líder do partido, até porque apesar de não gostarem, ela vai ser a primeira-ministra de Portugal», declarou.

O líder madeirense argumentou também que «o PSD neste momento não é governo, por isso não é problema».

«Em 2011, espero estar na barraquinha das minha freguesia (Santa Luzia)», ironizou.

No planalto do Chão da Lagoa, nas serras sobranceiras à cidade do Funchal, num dia escaldante, com a temperatura a rondar dos 30 graus, cerca de 40 mil pessoas estão concentradas na festa anual do PSD/M.

O líder do partido, Alberto João Jardim, efectua o périplo pelas barracas, já «visitou» cerca de um quarto. Depois almoça, estando previstas as intervenções políticas pelas 14:30.

Estão previstos discursos do secretário-geral, Jaime Ramos, da líder da JSD/M, Vânia Jesus, do Presidente da Câmara do Funchal, Miguel Albuquerque, e a concluir do líder regional, Alberto João Jardim.

Lusa/SOL

 


19
Jul 09

 

 

Vila Pouca de Aguiar, 19 Jul (Lusa)

 

-- A presidente do PSD criticou hoje as novas promessas de apoio social anunciadas por José Sócrates, considerando que o secretário-geral do PS devia ter "vergonha" das promessas que fez e não cumpriu nos mais de quatro anos de Governo.

"Pois não só não tem vergonha como ainda por cima agora anuncia outras tantas promessas para depois não cumprir caso ganhe as eleições", afirmou Manuela Ferreira Leite, que falava no decorrer na Festa de Verão do PSD de Vila Real.

José Sócrates, falando como secretário-geral do PS, revelou sábado que o programa eleitoral do seu partido vai incluir um novo subsídio para as famílias abaixo do limiar da pobreza e o reforço da rede de cuidados continuados.


18
Jul 09
Paulo Portas criticou actuação de Jaime Silva nos últimos anos.

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou, ontem em Oliveira do Bairro, em Aveiro, que a agricultura é a prioridade “absoluta” do partido na próxima legislatura. E acrescentou que quer o Programa de Desenvolvimento Rural a "funcionar em alta velocidade".

Paulo Portas afirmou mesmo que os últimos quatro anos foram os "piores de que há memória" em termos de política agrícola. A única solução, "é pôr o Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) 2007-2013 a funcionar em alta velocidade".

O líder do CDS-PP aproveitou para criticar a prestação de Jaime Silva nos últimos três anos dado que “pagou aos agricultores apenas 10 por cento das verbas comunitárias quando já passou 50 por cento do tempo do programa!".

"No PRODER está quase tudo por fazer. É preciso que os partidos tenham ideias claras como é que o vão pôr a funcionar", constatou.

A solução, segundo Paulo Portas, passa por simplificar a burocracia das candidaturas, pôr o Estado a decidir com rapidez e penalizá-lo se o não fizer.


 

Partido entregou, na Assembleia da República, projecto que desafia Governo a reduzir o imposto para cinco por cento.

O CDS-PP propôs, ontem à tarde, na Assembleia da República, que o Governo reduzisse o IVA na restauração dos actuais 12% para cinco por cento. E desafiou-o a que adoptasse a medida ainda "antes do período das férias" para "relançar o ano turístico".

Segundo Telmo Correia, “ainda há possibilidade e tempo de tomar esta medida antes do período de férias, tentando ainda animar, relançar este ano turístico porque uma medida deste tipo, não garantindo uma baixa de preços automático, permite que empresas que estão no sufoco e na iminência de mandar pessoas para o desemprego possam respirar".

Mesmo porque, como lembrou o deputado do CDS-PP o turismo tem um peso importante na economia nacional. "Estamos a falar de 90 mil empresas que representam 50 por cento da receita de turismo."

publicado por Admin às 16:51

17
Jul 09
Numa sessão com militantes da Federação da Área Urbana de Lisboa do PS, de preparação do programa eleitoral dos socialistas, José Sócrates afirmou que os dados oficiais publicados pelo Instituto Nacional de Estatística provam que as "desigualdades e a pobreza" reduziram-se em Portugal na última legislatura e que 120 mil idosos "saíram da pobreza." (Láta tem o gajo, pá. Bem, talvez se refira aqueles idosos que entretanto faleceram, só pode.)


 

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* “Cada vez que o PS passa pelo Governo a sociedade portuguesa fica com menos pobres e com menores desigualdades sociais porque há melhores políticas sociais no país”, afirmou o secretário-geral, que lembrou que a taxa de pobreza em Portugal era de 20 por cento no início da legislatura, em 2005, mas reduziu-se agora para 18 por cento.

“Na comparação entre os 20 por cento mais ricos e os 20 por cento mais pobres, esse indicador desceu para níveis muito significativos. O nível de 2008 era de 6,1, quando em 2005 era de 6,9. Quer no respeita à pobreza, quer no que respeita às desigualdades, estes números são os menores desde 1995”, apontou o líder do executivo, que sustentou que “esta legislatura traduziu-se numa redução das desigualdades e da pobreza em Portugal. Isto não aconteceu por acaso. Aconteceu porque houve um esforço do Estado ao nível da redistribuição e da justiça social”.

Já “a taxa de pobreza nas pessoas com mais de 65 anos era de 29 por cento em 2004. Neste momento é de 22 por cento, o que significa que houve uma redução de sete por cento. Temos consciência que a acção política deste Governo, com as transferências sociais que foi possível efectuar, retirou da pobreza mais de 120 mil idosos”, advogou o líder socialista.

José Sócrates apelou depois aos eleitores de esquerda que "aprendam a lição da História", em que a fraqueza dos socialistas em eleições ditou sempre governos de direita em Portugal: "aqueles que acham que enfraquecendo o PS ganha alguma coisa, aprendam a lição da História. Sempre que o PS se enfraqueceu, foi a direita a governar. Se nós queremos a esquerda a governar, a obrigação é fortalecer o PS".

"Está em jogo quem vai governar e só há duas forças que podem governar: ou o PS ou a direita, essa é a escolha", declarou o secretário-geral socialista. "O PS quer um país moderno, tem essa ambição da mudança, da transformação, de andar para a frente e avançar. Mas queremos fazê-lo com toda a gente a bordo, não queremos deixar ninguém na beira da estrada, não queremos deixar ninguém para trás".

*Mediante este discurso cor-de-rosa o Primeiro Ministro mostra-se convenientemente desinformado ou "esquecido" da acções do partido que representa (PS). Foi justamente com o PS, na altura com Mário Soares à cabeça do governo, que Portugal registou uma inflação que ultrapassou os 24% e o défice rompeu a barreira impensável dos 12%, O "Portugal socialista" de então (finais de 70, inícios dos anos de 80) viveu literalmente as custas das estruturas do Estado Novo (deixadas por Salazar) e empréstimos do FMI. A crise económica e social provocada pela esquerda socialista de então, só pode ser igualada à que vivemos actualmente, onde a nossa dívida externa que havia sido reduzida nos mandatos de Cavaco Silva atinge novamente níveis monstruosos!
-Há menos desigualdadaes?
-Em quê?
-Portugal tinha ricos (razoavelmente ricos) uma enorme classe média e como em qualquer sociedade, "pobres" embora esses não morressem de fome ou nem dormissem nos portais.

Agora temos uma classe de novos Super-Ricos (todos com fortunas de origem duvidósa) e o restante são desempregados e sustentados do rendimento mínimo, as cidades estão pejadas de sem-abrigo, vagabundos a viver nas entradas dos prédios ou nas ruínas da baixa, nunca se viu tantos drogados, criminosos a passar droga ou a assaltar em plena luz do dia e demais escumalha social.
É este o Portugal socialista, são estas as reais "igualdades" progressistas de esquerda.

De acordo com um relatório do Conselho de Prevenção da Corrupção, o Estado está sujeito a um elevado risco de corrupção nas áreas da contratação e da concessão de benefícios.
 

Para a elaboração do documento, que ainda não está completo, foram consultadas 700 entidades públicas, refere a RTP.

Segundo este Conselho, que é liderado por Guilherme de Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas, as áreas da contratação e da concessão de benefícios são as mais atingidas e aponta várias tendências nos serviços e organismos que os deixam mais permeáveis à corrupção nestas áreas.

Este organismo recomenda ainda a elaboração e implementação de adequados planos de prevenção.

Ainda segundo o relatório apresentado as várias tendências encontradas apontam falhas que vão desde a atribuição de benefícios públicos sem fundamentar a decisão ou especificar os termos em que quem recebe deve prosseguir a sua actividade e eventuais sanções de que pode ser alvo em caso de incumprimento.

Já quanto ao controlo interno da contratação pública, o Conselho de Prevenção da Corrupção observou várias tendências para a falta de medidas para evitar conflitos de interesse, que podem colocar em causa a transparência dos procedimentos e de possíveis situações "de corrupção e de favoritismo injustificado".

 


12
Jul 09
O artigo que se segue foi escrito por José Ricardo Costa, um professor de Filosofia que escreve semanalmente para o jornal O Torrejano. Descreve a fonte da quase totalidade dos problemas do país.

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O Atestado Médico
 
Imagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e vai ter de fazer uma vigilância. Continue a imaginar. O despertador avariou-se durante a noite. Ou fica preso no elevador. Ou o seu filho, já à porta do infantário, vomitou o quente, pastoso, húmido e fétido pequeno-almoço em cima da sua imaculada camisa. Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta.
 
Ora esta coisa de um professor ficar com faltas injustificadas é complicada, por isso convém justificá-la. A questão agora é: como justificá-la? Passemos então à parte divertida. A única justificação para o facto de ficar preso no elevador, do despertador se avariar ou de não se poder ir para uma sala do exame com a camisa vomitada, ababalhada e malcheirosa, é um atestado médico.
 
Qualquer pessoa com um pouco de bom senso percebe que quem precisa aqui do atestado médico será o despertador ou o elevador. Mas não. Só uma doença poderá justificar sua ausência na sala do exame. Vai ao médico. E, a partir deste momento, a situação deixa de ser divertida para passar a ser hilariante. Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o sorriso de Jorge Gabriel misturado com o ar rosado do Gabriel Alves e a felicidade do padre Melícias.
 
A partir deste momento mágico, gera-se um fenómeno que só pode ser explicado através de noções básicas da psicopatologia da vida quotidiana. Os mesmos que explicam uma hipnose colectiva em Felgueiras, o holocausto nazi ou o sucesso da TVI.
 
O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está doente. O presidente do executivo sabe que ele não está doente. O director regional sabe que ele não está doente. O Ministério da Educação sabe que ele não está doente. O próprio legislador, que manda a um professor que fica preso no elevador apresentar um atestado médico, também sabe que o professor não está doente. Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não toca, do elevador parado e da camisa vomitada, é o próprio país que está doente. Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente.
 
Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional, útil e eficaz em certas ocasiões. O que já será patológico é o desejo que temos de sermos enganados ou a capacidade para fingirmos que a mentira é verdade. Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade. Já Aristóteles percebia uma coisa muito engraçada: quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e uma predisposição para sermos enganados. Mas isso é normal. Sabemos bem, depois de termos chorado baba e ranho a ver o 'ET', que este é um boneco e que temos de poupar a baba e o ranho para outras ocasiões. O problema é que em Portugal a ficção se confunde com a realidade.
 
Portugal é ele próprio uma produção fictícia, provavelmente mesmo desde D.Afonso Henriques, que Deus me perdoe. A começar pela política. Os nossos políticos são descaradamente mentirosos. Só que ninguém leva a mal porque já estamos habituados.
 
Aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas razões, o que significa que em Portugal não há boas razões para falar verdade. Se eu, num ambiente formal, disser a uma pessoa que tem uma nódoa na camisa, ela irá levar a mal. Fica ofendida se eu digo isso é para a ajudar, para que possa disfarçar a nódoa e não fazer má figura. Mas ela fica zangada comigo só porque eu vi a nódoa, sabe que eu sei que tem a nódoa e porque assumi perante ela que sei que tem a nódoa e que sei que ela sabe que eu sei.
 
Nós, portugueses, adoramos viver enganados, iludidos e achamos normal que assim seja. Por exemplo, lemos revistas sociais e ficamos derretidos (não falo do cérebro, mas de um plano emocional) ao vermos casais felicíssimos e com vidas de sonho. Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles divorciam-se ao fim de três meses e que outros vivem um alcoolismo disfarçado. Mas adoramos fingir que aquilo é tudo verdade. Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos ignorantes e culturalmente miseráveis, mas somos doutores e engenheiros. Fazemos malabarismos e contorcionismos financeiros, mas vamos passar férias a Fortaleza. Fazemos estádios caríssimos para dois ou três jogos em 15 dias, temos auto-estradas modernas e europeias, mas para ver passar, a seu lado, entulho, lixo, mato por limpar, eucaliptos, floresta queimada, barracões com chapas de zinco, casas horríveis e fábricas desactivadas.
 
Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente perante o mundo. Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por ficar preso no elevador que precisa de um atestado médico. É Portugal que precisa, antes que comece a vomitar sobre si próprio.

José Ricardo Costa

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Quando algum dia estivermos fartos do estado lastimável em que vivemos sob todos os pontos de vista, teremos que começar por o perder orgulho em coisas que não o justificam, esse orgulho em sermos rascas e estúpidos e que desde a Abrilada começou a assassinar os verdadeiros valores éticos, históricos e morais nacionais e a substitui-los por princípios reles. A auto-estima, no presente igualmente assente em bases semelhantes, também só é justificável quando tem razão de ser. Não quando políticos e jornaleiros no-la querem inculcar; uns para nos sacarem votos, outros para venderem mais patranhas.
 
Será possível ler-se o artigo acima sem se pensar nos churros de mentiras da Manela Leiteira e do Socrateiro? No entanto, exímios em marketing, se assim nos falam é por sermos os lorpas que eles sabem, por sabermos que é o que queremos ouvir para votarmos neles.
 
A culpa é só nossa; eles apenas se aproveitam como desonestos que são, mas não mais desonestos do que aqueles que se regem pelos mesmos princípios, que os seguem e que neles continuam a votar e a lamentar-se em lugar de agir. Entretanto, parem de chamar a isto uma democracia. Tal como o autor diz – e também com os políticos – de tanto repetir uma mentira acaba-se por se crer que é uma verdade.

09
Jul 09

Perto de duzentos estivadores manifestaram-se ontem frente à Assembleia da República, com insultos a José Sócrates e lançamento de petardos.

Em consequência da greve decretada pelos estivadores o Porto de Lisboa está paralisado há quatro dias e outros, no resto do país, poderão vir a suspender toda a actividade. Estes profissionais lutam, segundo o jornal Público, contra a criação das plataformas logísticas nas zonas portuárias, dizendo que as mesmas vão contribuir para aumentar o desemprego no sector e que servem apenas para colocar a actividade nas mãos de empresas ligadas ao Governo, nomeadamente a Mota-Engil, do ex-ministro socialista Jorge Coelho. Motivos que os levaram hoje a manifestar-se frente à Assembleia da República.

Ao som de apitos e de petardos, as palavras de ordem visaram, sobretudo, a honra do primeiro-ministro, da secretária de estados dos Transportes, Ana Paula Vitorino, e de Jorge Coelho, presidente da Mota-Engil.

Os protestos, convocados pela Confederação de Sindicatos Marítimos e Portuários, poderão repetir-se em breve. Os estivadores do Porto de Lisboa já entregaram novo pré-aviso de greve, desta feita para o período compreendido entre os dias 21 e 24 deste mês. Portos como Setúbal (onde já há estivadores a receberem cartas de despedimento), Sines, Aveiro e Figueira da Foz também poderão aderir.


07
Jul 09

Sumáriamente e se quisermos fugir ao buraco habitual da abstensão galopante não será votar em "quem é melhor" mas sim em quem "é menos mau", quem tem ideias menos negativas, menos invertidas... terão acordado desta vez os Portugueses? - Este foi o pior governo desde o PS de Soares. Queremos manter alguma moral? - Ou vamos permitir aos políticos afundar a pouquissima que ainda nos resta? - Quem é pai/mãe que pense bem no legado que quer deixar aos seus filhos.


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