O Portugal actual... Governado por incompetentes, demagogos, invertidos e mesmo criminosos. Todos subproduto Abrilino. Todos "democratas" da treta cada vez mais ricos num País cada vez mais miserável, imerso na imoralidade e no crime.

15
Set 09

A Rua de Santa Catarina foi pequena para a comitiva do CDS e para todos os que passavam e queriam um abraço ou um beijinho de Paulo Portas. O CDS fez hoje a tradicional arruada no Porto e, por entre gritos de apoio ou de protesto, o líder do partido voltou a falar de segurança.

No terceiro dia de campanha oficial, o CDS-PP vira-se para o Porto. A subida da Rua de Santa Catarina ocupou a hora de almoço, altura mais movimentada no local, e, hoje ainda, Paulo Portas vai reunir-se com a Associação de Deficientes das Forças Armadas do Porto e jantar em Vila Nova de Gaia com militantes.

Na arruada em Santa Catarina, o líder do CDS-PP fez-se acompanhar de Ribeiro e Castro, o cabeça-de-lista do partido pelo círculo do Porto e ex-presidente do CDS que, garante, pôs as divergências com Portas de lado para se juntar a ele na campanha para as legislativas.


14
Set 09

NÃO SE PODE AMORDAÇAR A VERDADE!!!

 

Gonçalo Amaral está proibido pelo tribunal de falar sobre o Caso Maddie, mas aceitou o convite de uma fundação para explicar, em Inglaterra, a teoria de que Madeleine Mccann está morta. Isto apesar da decisão do tribunal que o proíbe de comentar o caso em qualquer parte do mundo.

 

O ex-inpector da Polícia Judiciária garante que não se trata de desafiar a justiça mas antes de assumir um convite que lhe foi dirigido há muito tempo.

A conferência será a poucos quilómetros da casa do casal Mccann. A iniciativa é organizada pela fundação Madeleine, uma fundação que não tem qualquer ligação aos pais da menina.

Pelo contrário o fundador já defendeu publicamente que acredita que Madeleine Mccann está morta.

 

O ex-inpector da Polícia Judiciária garante que não se trata de desafiar a justiça mas antes de assumir um convite que lhe foi dirigido há muito tempo.

Madeleine McCann

A menina britânica desapareceu na Praia da Luz, em Lagos, na noite de 3 de Maio de 2007 na foto em cima ao lado de uma foto de sua mãe e seu padrasto... ao que tudo leva a crer também os responsáveis pelo seu desaparecimento e eventual homicídio

 

 


11
Set 09


 

PS e PSD estão praticamente empatados quando faltam pouco mais de duas semanas para as eleições legislativas. Há apenas dois pontos percentuais de diferença: 37% para 35%. O Bloco aparentemente ocuparia o terceiro lugar, com 11% mas aparenta uma descida. o PCP 8% aparentando uma subida e o CDS 6%, os Democratas-Cristãos mostram ser aquele partido em que a credebilidade mais o faz subir desde Abril.

A sondagem da Universidade Católica para o JN, DN, Antena 1 e RTP permite antever uma campanha eleitoral decisiva. Os socialistas e os sociais-democratas estão muito próximos nas intenções de voto. De tal maneira que a diferença (dois pontos percentuais) é inferior à margem de erro da amostra (2,7%). Ou seja, regista-se o que normalmente se designa como um "empate técnico".
 
As sondagens nem sempre espelham a realidade (a das Europeias foi um exemplo vivo) e acreditando que o Povo mantém em memória a miséria que tem passado sob o jugo Socialista neste último mandato é de crer que muitos abstencionistas castiguem merecidamente o actual governo. Também os 11% do BE são altamente duvidáveis, tendo este último como garantido apenas os votos da esquerda radical extremista e do lobbie contra-natura, as famílias Portuguesas terão uma palavra a dizer contra isso, talvez isso explique a subida das intenções de voto no CDS.

10
Set 09

 


 

Antecipa-se algumas revelações do autor, Gonçalo Amaral. O ex-inspector da Polícia Judiciária inicialmente responsável pela investigação, acredita que a menina inglesa morreu no quarto e que os pais não estão isentos de culpa.


“Madeleine McCann morreu no apartamento 5ª do Ocean Club, na Vila da Luz, a 3 de Maio de 2007”, escreve Gonçalo Amaral, segundo os resultados obtidos pela equipa de investigação do caso até Outubro de 2007.

“Ocorreu uma simulação de rapto” e os pais, Kate e Gerry, “são suspeitos de envolvimento na ocultação do cadáver da sua filha”, acrescenta o ex-inspector da PJ.

O autor salienta que “a morte poderá ter sobrevindo em resultado de um trágico acidente” e que foram detectados “indícios de negligência na guarda e segurança dos filhos”.

Um facto é que “há um cadáver não localizado, constatação validada pelos cães ingleses (…) e corroborado pelos resultados laboratoriais preliminares”.

Nas suas conclusões, Gonçalo Amaral salienta ainda que “a tese de rapto é defendida desde a primeira hora pelos pais de Maddie” e que no seio do grupo de amigos que passava férias no Ocean Club apenas Kate e Gerry disseram que a janela do quarto da menina estava aberta.

“O conjunto de depoimentos e testemunhos evidenciam um elevado número de imprecisões, incongruências e contradições (..), em particular, o depoimento-chave para a tese do rapto, o de Jane Tanner (…) tornando-se ambíguo e desqualificando-se”. Foi esta cidadã inglesa que disse ter visto um homem com uma menina ao colo na noite de 3 de Maio de 2007.

"Contribuir para a descoberta da verdade material"

“Este livro surge da necessidade que senti de repor o meu bom nome que foi enxovalhado na praça pública sem que a instituição a que pertencia há 26 anos, a Polícia Judiciária, tenha permitido que me defendesse ou que o fizesse institucionalmente. (…) Mais tarde fui afastado da investigação”, começa por explicar Gonçalo Amaral.

“Este livro tem ainda um propósito maior. O de contribuir para a descoberta da verdade material e a realização da justiça”, refere, salientando que o conteúdo “em nenhuma circunstância põe em causa o trabalho” dos colegas da PJ “nem compromete a investigação em curso”.

Na nota inicial, Gonçalo Amaral indica que “o leitor encontrará dados que desconhece, interpretações dos factos e, naturalmente, interrogações pertinentes”, frisando que uma investigação criminal “não se deve preocupar com o politicamente correcto”.

“Casal tratado com pinças”

A capa do livro, publicado pela editora Guerra e Paz, assemelha-se a uma capa processual, com a inscrição “Confidencial” a vermelho e a simulação de uma foto tipo-passe de Maddie presa com um clip.

As primeiras linhas não se situam a 3 de Maio de 2007, quando teve início o “caso Maddie”, mas em Fevereiro de 2008, data da publicação de uma entrevista na qual o então director nacional da PJ considera que houve precipitação na constituição do casal inglês como arguido. O autor confessa que teve o “pressentimento” de que a declaração pretendia “preparar a opinião pública para o inevitável, ou seja, o fim da investigação e o arquivamento do inquérito”.

Gonçalo Amaral diz que houve “campanhas de desinformação que visaram descredibilizar a investigação criminal”. “Para mim a investigação estava morta desde 2 de Outubro de 2007”, quando foi afastado da PJ e se fizeram “diligências para cumprir calendário, um pouco para inglês ver.”

O autor questiona a relação entre o casal McCann e a polícia inglesa, após a constituição como arguidos. “Causou-nos sempre estranheza a forma como o casal era tratado (…) e a informação policial a que eventualmente acederam”.

“O erro foi termos tratado o casal ‘com pinças’”, lê-se, pelo facto de Kate e Gerry só terem sido constituídos arguidos quatro meses após o início da investigação.

Logo na manhã de 4 de Maio, antes de receberem informação pedida à polícia inglesa sobre os McCann, os investigadores receberam a visita do embaixador inglês. “Não é normal esta preocupação da diplomacia inglesa. Quem é este casal? Quem são os amigos?”, questiona o autor. Também “não é normal que comuns cidadãos a quem uma filha acabou de desaparecer nomeiem assessores de imprensa”, perante o mediatismo que o caso começava a ganhar.

Estranha descontracção de Gerry

Ao longo das 214 páginas, Gonçalo Amaral lembra questões que ficaram sem resposta - os berços dos gémeos estavam sem lençóis na noite do desaparecimento de Maddie, foram apagados registos de chamadas de telemóvel entre Kate e Gerry, os registos médicos de Maddie pedidos a Inglaterra que não foram atendidos, etc. - e algumas diligências que não avançaram para que o casal não fosse exposto perante o julgamento da opinião pública - como a reconstituição dos factos da noite de 3 de Maio e o pedido de escutas telefónicas.

Em Maio, "sentimos que Kate estaria na disposição de, sem se comprometer, indicar o local onde o corpo da sua filha estava" e, "segundo a própria viria a afirmar, tais dados tinham-lhe sido fornecidos por pessoas com poderes psíquicos ou para normais". Referiu então um colector de esgotos que desemboca na praia da Luz e os penhascos a nascente daquela praia. Cães ingleses detectaram, em Julho, odor a cadáver e vestígios de sangue no apartamento e no veículo alugado pelo casal.

Mencionando os diversos avistamentos da menina em inglesa que foram chegando de diferentes países e se revelaram infundados, Gonçalo Amaral conta um episódio, datado de Junho de 2007.
Um homem na Holanda exigiu um resgate de dois milhões de euros, com um adiantamento de 500 mil euros. Os contactos entre Gerry e o homem decorreram através de email numa sala da PJ de Portimão. Quando se aguardava a indicação das condições e local da entrega do dinheiro "a tensão na sala era grande".

"Ao contrário, a postura descontraída" de Gerry "constratava com a ansiedade dos polícias e deixava intrigados todos os investigadores". O pai de Maddie "chupava descontraidamente um chupa-chupa enquanto lia banalidades em sites da Internet e discutia rugby e futebol com um dos polícias ingleses", revela o autor. Mais tarde o indivíduo foi detido e a pista revelou-se falsa.
 
Noutra passagem do livro, Gonçalo Amaral refere um testemunho que remonta a um episódio de Setembro de 2005 em Maiorca, quando os McCann passavam férias com três casais amigos.
 
A esposa de um antigo colega de faculdade de Gerry assistiu a uma cena que a deixou estupefacta.
“Estava sentada entre Gerry McCann e David Payne, quando ouviu este último perguntar se ela, talvez referindo-se a Madeleine, faria ‘isto’, começando em acto seguinte a chupar um dos seus dedos, o qual entrava e saía da boca, insinuando um objecto fálico, ao mesmo tempo que, com os dedos da outra mão, fazia círculos à volta do mamilo, de uma forma provocadora e sexual”.

As dúvidas relativamente ao relacionamento de David Payne com crianças foram transmitidas à polícia inglesa a 16 de Maio de 2007. “Era uma informação importante e pertinente para a investigação. No entanto, nada foi transmitido à polícia portuguesa”, aponta o autor.

O livro "Maddie - A Verdade da Mentira" foi oficialmente apresentado, quinta-feira, às 18:30, no El Corte Inglés, em Lisboa.
 
Fonte: JN
 
ou

07
Set 09

Estejam atentos, pois sairá um novo normativo com a nova definição dos fins-de-semana: 6ªF, Sábado e Domingo.

 

 

-Conforme o original.

 

------------------------

 

Almeida Santos e as faltas dos deputados:

« Não se paga aos deputados o suficiente para que sejam todos apenas profissionais. Quanto às justificações para as faltas, é verdade que a sexta-feira é, em si própria uma justificação, porque é véspera de fim-de-semana. Eu compreendo isso. Talvez esteja errado que as votações sejam à sexta-feira. Não julguemos também que ser deputado é uma escravatura, porque não é, nem pode ser. É preciso é arranjar horas para a votação que não sejam as horas em que normalmente seja mais difícil e mais penoso estar na Assembleia da República».

Os deputados ganham apenas 3708 euros de salário-base, mais 10% do salário para despesas de representação, entre outras regalias (carros de luxo, combustível, etc.

http://www.inverbis.net/sistemapolitico/deputados-abonos-duplicam-vencimento.html

Para qualquer trabalhador, a sexta-feira é, em si própria uma justificação para faltar ao trabalho, aliás, acho que tal justificação está mesmo contemplada no novo código de trabalho.

Ser deputado não pode ser uma escravatura - escravatura é para os trabalhadores a recibos verdes, para os trabalhadores que acumulam horas em cima de horas sem a devida compensação, para os trabalhadores com horários tão flexíveis que não os conseguem conciliar com a vida familiar.

É, portanto, penoso estar na Assembleia da República à 6ªF...

Pois o Sr. Almeida Santos não se apercebe de quão penoso é para nós ouvir frases tão ofensivas para quem, de facto, trabalha.

VALIA-LHE MAIS ESTAR CALADO!!!

P.S. - E não se esqueçam, Continuem a votar PS .

****************************

' Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'

Guerra Junqueiro, escrito em 1886


Paulo Portas e Jerónimo de Sousa não diferem muito no diagnóstico. A diferença, quase oposta, é na forma como se podem resolver os problemas, designadamente sobre a intervenção do Estado.

Paulo PortasO desemprego e o apoio às pequenas e médias empresas foi o ponto de partida do debate com Jerónimo de Sousa e Paulo Portas, com visões bem diferentes sobre a intervenção do Estado na Economia

Para Paulo Portas “o esforço fiscal das famílias portuguesas” é muito maior do que a maior parte das famílias de outros países europeus. “A economia empobrece e deve haver incentivos para que as pessoas trabalhem mais”.

O líder do CDS referiu ainda outras medidas como o pagamento do IVA a tempo e horas, juros quando o Estado se atrasa nos pagamentos e rever o actual regime das SCUTs onde o Governo quer cumprir uma promessa que não faz sentido..


No entender do “PCP é insustentável que o Estado se subordine ao poder económico.

Jerónimo de SousaA grande diferença com o CDS é que conseguimos resolver o problema com outra politica fiscal. A banca não pode pagar 15 por cento. Deve-se aplicar um IRC mais justo. O mesmo com dividendos. Com estas receitas fiscais seria possível a baixa do IRC para  as empresas”, concluiu Jerónimo de Sousa.

O líder do PCP também criticou o apoio à banca quando despoletou a crise financeira e, antes, quando os bancos tiveram grandes lucros, “José Sócrates dizia que era o mercado a funcionar”.

Para Jerónimo de Sousa não há concorrência no mercado de combustíveis para os automóveis. “Quando propomos a nacionalização do sector energético era um bem para os portugueses”.


 

Paulo Portas rebateu a argumentação do líder do PCP, adiantando que “quem fica muito feliz com as nacionalizações são o PS e o PSD que podem nomear para lá gestores. A nacionalização não beneficia mais ninguém, causa receio aos investidores”. Ainda no entender de Paulo Portas, “os monopólios são péssimos”, com falta de concorrência e citou o caso da EDP.

Na área da saúde, Paulo Portas diz que é preciso contratualizar. As Misericórdias podem ser contratadas e, num ano, podem fazer 25 mil operações às cataratas e a lista de espera é de 27 mil. Portas deu outros exemplos em áreas onde há listas de espera. “Eu tenho uma visão muito pragmática. As pessoas não podem ficar à espera”.  O líder do CDS defendeu também a contratualização com o sector privado.

Para o líder do PCP, “a primeira coisa que faria era respeitar a Constituição”, garantindo a universalidade.
Ainda nas palavras de Jerónimo de Sousa, este governo substituiu pela iniciativa privada “aquilo que era o bife do lombo”.  Um dos exemplos que citou foi o encerramento das maternidades e foi “ a luta das populações que levou a travar este processo e até a demitir o ministro”. O líder do PCP admite a existência de convenções mas devem ser sempre em termos de complementaridade e não de falta de responsabilidade do Estado.

No debate sobre o tema da agricultura, Paulo Portas e Jerónimo de Sousa foram mais coincidentes no diagnóstico. Portas chegou mesmo a dizer que “só houve dois partidos que no Parlamento falaram de agricultura, foi o meu e o seu”. De seguida, o líder do CDS criticou fortemente o actual ministro da Agricultura. “Jaime Silva foi um desastre, é uma incompetência que não se pode repetir. O mesmo se aplica com as pescas”. Esta “critica é muito justa, disse Jerónimo de Sousa” mas, depois, criticou o último governo do PSD e Portas replicou que nesse executivo não foi ministro da Agricultura.

 

 

 

Reveja na íntegra o debate entre Jerónimo de Sousa e Paulo Portas


05
Set 09


Para download gratuito: clique aqui, grave o ficheiro e só depois abra...

Para comprar o livro impresso (14,95 € + 6,08 € de portes): clique aqui.



Com factos novos e documentos inéditos descobertos, publico em livro "O Dossiê Sócrates". Este livro contém o revisto trabalho de investigação publicado no blogue Do Portugal Profundo sobre o percurso académico do primeiro-ministro José Sócrates - e ainda uma introdução sobre o contexto da investigação e um epílogo onde são revelados factos e documentos novos (não publicados no blogue), entretanto destapados. São ao todo 405 páginas, das quais 251 correspondem aos posts revistos publicados no blogue e o resto a material novo.
Trata-se de um trabalho que comecei após o período de nojo do inquérito judicial aberto por queixa do "primeiro-ministro enquanto tal e cidadão" José Sócrates, que terminou em Janeiro de 2008, como se sabe, com o arquivamento da queixa e a não apresentação, pelo queixoso, de acusação particular contra mim. Reuni os posts que publiquei sobre o caso e, pacientemente, fui explorando novos caminhos de pesquisa para descobrir e esclarecer novos factos, que me pareceram ser importantes do conhecimento público, sobre o percurso académico (que constitui vida pública) do primeiro-ministro de Portugal.
Por ser importante, revelo abaixo a saga da publicação de mais um livro proibido e a necessidade de recurso à publicação nos EUA (na Lulu.com) para vencer os bloqueios da publicação em Portugal.
Comunicado ao grupo editorial Leya o meu propósito de edição do livro, recebi no próprio dia a manifestação do interesse na publicação. Apresentei o conjunto de posts que compôem a II Parte do livro e o interesse da editora manteve-se - e cresceu quando depois entreguei a I Parte (a Introdução) na qual contava o contexto da pesquisa e as vicissitudes do afrontamento do poder quase-ditatorial do Governo. Paralelamente, trabalhei ao longo de meses no desenvolvimento do livro, e investigando os novos factos. Até que, em 27 de Fevereiro de 2009, entreguei à Leya uma versão preliminar da III Parte (a Conclusão) do livro, com a descrição de alguns factos novos e a interpretação de documentos inéditos. A insistência constante da editora para que eu terminasse o livro foi substituída por um silêncio absoluto: nem mais um pio. Nunca mais se atendeu o telefone, nem se respondeu aos mails, nem às mensagens. Nem, estranhamente, sequer se correspondeu ao pedido legítimo e formal de devolução do material entregue.
Nada.
Contactei outras editoras, mas também não tive êxito na edição do livro. Uma delas - aparentemente insuspeita... - nem sequer respondeu ao mail que lhe enviei. E outra também recusou. Finalmente, já no final de Julho de 2009, uma editora mostrou-se interessada, oferecendo-me a possibilidade de colocar o livro para download pago e eu fazer o co-financiamento da edição impressa (co-financiamento que se destinava a prevenir o risco do bloqueio da distribuição e venda em prazo útil). Alguém, do meio, explicou-me depois a dificuldade e receio de, no Portugal socratino, uma distribuidora fornecer, e as cadeias de livrarias e superfícies comerciais exporem e porem à venda, um livro intitulado... "O Dossiê Sócrates"...
Frustrada a tentativa de edição tradicional em tempo útil, sem meios para o co-financiamento da edição impressa, sem interesse numa versão digital paga, e sem a difusão natural e distribuição corrente nos pontos de venda, decidi contornar o obstáculo da edição, distribuição, exposição e venda, com a publicação integral gratuita do livro em linha e a possibilidade de compra para os leitores que queiram ler e ter o livro impresso.
O valor de compra do livro impresso cobre apenas o custo da edição, e com os portes, não é superior ao preço de edições similiares no mercado. Escolhi propositadamente um tamanho de papel mais longo, o qual permite um custo baixo (14,95 euros + 6,08 euros de portes = 21,03 euros). Podia cobrar também pela edição digital; porém como o meu objectivo não é económico, mas político, o livro fica disponível para o download gratuito dos leitores. As duas modalidades estão disponíveis na Lulu.com. Creio que a alternativa que escolhi responde à máxima difusão possível e conveniência dos leitores.Recomendo aos leitores, pelos motivos conhecidos, a precaução de obterem rapidamente o livro (na versão digital gratuita ou na versão impressa paga). Antes que seja tarde...
 
O livro, como explico na Introdução, é o produto do trabalho desinteresseiro de muitos cidadãos que colaboraram na investigação e apoiaram o esforço e ousadia. Estou obrigado a todos os que ajudaram nesta missão e contribuiram para este projecto. Portugal vale bem os nossos riscos. Deus vos abençoe.* Se não gravar o ficheiro após o download, a sua abertura pode ser mais difícil. Por isso, primeiro grave o ficheiro no seu computador e só depois abra o ficheiro para o ler.
 
Por condcionamento da Lulu.com, a versão digital deste livro é igual à versão em papel.
 

01
Set 09

Porque infelizmente certas piadas e figuras tristes passam a não ser mais que retratos fiés da actualidade.

Enfim... Ao que este País foi conduzido.

 

 



A acusação veio de Luís Marques Guedes, secretário-geral do partido.


O secretário-geral do PSD, Luís Marques Guedes, acusou o Governo de, neste fim-de-semana, ter usado indevidamente os dinheiros públicos, ao fazer uma “acção de pura propaganda partidária em defesa do TGV”.


Segundo o deputado é inadmissível que, a Rave, uma empresa tutelada pelo governo, tenha gasto “milhares de euros dos contribuintes num caderno de 12 páginas, com informação manipulada e tendenciosa sobre o TGV, distribuído sob a forma de encarte em jornais de circulação nacional”.

A situação é tanto mais grave dado que decorreu “em pleno período do arranque da campanha para as eleições legislativas”. O que levou a que o PSD tenha feito queixa à Comissão Nacional de eleições, para que a situação seja clarificada e “devidamente punida”.

Para o PSD a acção de publicidade é uma “clara violação do dever de isenção e neutralidade das entidades públicas em período eleitoral”.
 
Observação: Nada mais nos deve surpreender neste (des)governo PS... Um Portugal com uma dívida externa colossal, com um índice de desemprego assustador, ordenados vergonhosamente baixos (conheço casos de Licenciados a ganhar 450 euros, quando têm direito a emprego, claro), os inúteis dos políticos todos eles envolvidos nas mais variadas espécies de crimes, continuam a escapar impunes à lei, a beneficiar de ordenados e benesses altissimas e de reformas chorudas e por inteiro ao fim de 8 anos de "serviço", reformas essas que são de imediato complementadas por novos tachos....
 
 
Um TGV para quê num País miserávelmente falido???
 
 
- Para iludir a Europa (e os Portugueses) de que "Portugal os está a acompanhar"?
-Ou para desviar ainda mais dinheiro público para os bolsos dos governantes e seus afilhados?
 
 
-Sinceramente estou convencido que ambas as respostas estão correctas.

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