O Portugal actual... Governado por incompetentes, demagogos, invertidos e mesmo criminosos. Todos subproduto Abrilino. Todos "democratas" da treta cada vez mais ricos num País cada vez mais miserável, imerso na imoralidade e no crime.

07
Ago 09
  • No meio da discussão que tem havido sobre direita, aborto, conservadorismo, moralismo e fascismo de esquerda, vícios públicos ou privados, há um ponto essencial: a repulsa da esquerda pela diferença que não é sua.
  • A esquerda "gosta" das minorias, só não admite que as minorias não sejam de esquerda. É essa a primeira razão da sua muito maior intolerância.
  • É verdade que alguma direita tem tendência para impôr uma visão moral do mundo. Mas é bem verdade também que há uma forte tendência na esquerda para o fazer com recurso ao pior dos argumentos: quem não pensa como nós é hipócrita.
  • A esquerda "gosta" de homossexuais, (aliás em Portugal o bloco de esquerda iniciou-se na política estratégicamente como uma espécie de "bráço político" desse lobbie, sem maricas quase não há bloco), só não admite que eles possam ser conservadores.
  • A esquerda "protege" os pobres, só não aceita que eles sejam a favor do capitalismo.
  • A esquerda "defende" os desempregados, só não admite que eles sejam economicamente liberais.
  • A esquerda "compreende" os divorciados, só não concebe que eles sejam católicos.
  • A esquerda gosta que as minorias sejam isso mesmo.
  • Minorias a tempo inteiro.
  •  Um divorciado, um desempregado, um pobre, um/a homossexual, uma mulher (tinha-me esquecido da hiper-minoria feminina), têm de ser apenas isso.
  • E, presume a esquerda, se assim forem, serão de esquerda.
  • É aqui que tudo falha.
  • Para começar, teríamos de admitir, e eu não admito, que cada um destes interesses específicos é melhor defendido pela esquerda.
  • Não é.
  • Mas, a benefício do argumento, compreendamos que a esquerda acha mesmo que sim. Sobra a segunda parte do problema.
  • Ninguém é apenas divorciado, homossexual, pobre, desempregado ou mulher.
  • Até se pode ser tudo isso ao mesmo tempo, e ainda assim ser sempre mais qualquer coisa.
  • Ser gente a tempo inteiro.
  • É isso que a esquerda não admite.
  • É por isso que tem mais tendências totalitárias do que a direita que tem inclinações autoritárias.
  • A esquerda "adora" os pobrezinhos. Desde que sejam, obedientemente, seus.
  • Genuinamente - e esse é o problema - não concebe outra possibilidade.
     
     

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