O Portugal actual... Governado por incompetentes, demagogos, invertidos e mesmo criminosos. Todos subproduto Abrilino. Todos "democratas" da treta cada vez mais ricos num País cada vez mais miserável, imerso na imoralidade e no crime.

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Jul 09

Os comportamentos suicidários entre os adolescentes estão a aumentar em Portugal. Todos os anos, mais de dois mil jovens atentam contra a vida, mesmo quando a morte não é o objectivo. «Para eles, a vida vale pouco».

Só às urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) chegam diariamente dois ou três novos casos. Mas há muitos outros, que nunca entram para as estatísticas: são silenciados em casa.

«Trata-se de jovens com comportamentos repetidos que a família já nem valoriza. Por isso, em vez de irem para as urgências, ficam em casa a dormir um ou dois dias», explicou à Agência Lusa Carlos Braz Saraiva, psiquiatra responsável pela Consulta de Prevenção do Suicídio nos HUC.

«Em Portugal existe um fenómeno crescente de para-suicídio adolescente, mas felizmente suicidas consumados há poucos», diz o psiquiatra, explicando que «o para-suicídio pressupõe que a intenção de suicídio é quase zero».

«Uma jovem que, perante um desgosto amoroso, toma comprimidos é um para-suicídio, o que é uma situação diferente de um rapaz que se decide enforcar e escolhe um local ermo para o fazer», explica.

As estimativas nacionais apontam para 200 casos por cada cem mil jovens, «mas se analisarmos apenas as raparigas o número sobe para 600 por cem mil habitantes», alerta o especialista.

«A vida para os adolescentes não é nada fácil. Para eles, a vida vale pouco», lembra, por seu turno, o chefe do Serviço de Psiquiatria Júlio de Matos, António Albuquerque.

A maioria chega aos hospitais com sobredosagens medicamentosas, mas também há muitos casos de auto-mutilações. «Um em cada cinco jovens que entra nas urgências por sobredosagem também são cortadores», avança o especialista de Coimbra, explicando que se trata de um «método para trocar a dor de alma pela dor do corpo».

A questão nuclear do para-suicídio é a rejeição: sentem-se marginalizados, incompreendidos e, no final, não sabem como lidar com o desespero.


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